Ó poderes superiores, fazei com que eu me aceite como sou: limitado e esforçado. Capaz de acertar e ser brilhante, mas também de errar e de dizer bobagem. Que eu me aceite também na minha incapacidade e, sobretudo, na minha ignorância e burrice.
Fazei com que eu, que tanto gosto de ensinar os outros, possa aprender com todo mundo. E mais: que tenha a humildade para entender que não sei e posso tudo e, pior ainda, que um dia serei esquecido. Permiti ainda que eu tenha a coragem de fazer o mais difícil e dizer em alto e bom som: não li esse livro, não conheço essa teoria, jamais ouvi falar desse autor!
Fazei também com que entenda que tudo tem uma data e um horizonte. Que tudo o que aprendi não tem serventia eterna: é transitório, sujeito a chuvas e trovoadas e mutante como as emoções humanas. Abri meu coração, potências portentosas, para que eu me conforme com a superioridade dos meus colegas e concorde que eles pensam, falam, escrevem e compreendem as coisas melhor e com mais precisão e equilíbrio que eu.
Fazei também, seres superiores, com que eu possa ouvir os outros: sobretudo meu marido, parentes, amigos, auxiliares e, principalmente, meus filhos. Mas que n subestime a voz dos inimigos e dos estranhos. Permiti que eu saiba distingüir entre elogio e puxa-saquismo, lisonja e amizade, presente de grego e dádiva generosa, admoestação sincera e falta de respeito.
Que me seja possível honrar minha humanidade, sendo bem-humorado sem ser cruel, cínico, inconveniente e agressivo. Que seja sábio nas perguntas e profundo nas respostas.Que seja parcimonioso, mas preciso e generoso, nas citações e no arrolar dos fatos, datas, pessoas e lugares.Dai-me a goragem, potências divinas, para discordar dos colegas de prestígio e para conter minha arrogância junto aos discípulos que divergem de mim.
Que não me seja permitido confundir explicação com racionalização e ideologia interessada com uma leitura honesta dos fatos.Do mesmo modo, não deixai que eutroque a estética da teoria pelo clamor da vida e dos fatos que não podem ser totalmente explicados por ela.E que possa corajosamente exercer meus sentimentos e minha intuição sem demagogia.
Que meu corpo seja tão importante como ponto de referência quanto a minha mente.Que possa ter plena noção de minha fraqueza, finitude e fragilidade. Que possa abrir mão dos meus controles para enxergar os meus descontroles com serenidade e paz.Finalmente, que eu possa, apesar de velho e corroído pelo desânimo, continuar sempre curioso e ávido de coisas novas.
Amém
*adaptado pelas circuntâncias da dona do blog^^
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Suspiros poéticos e outros fingimentos [nota da autora]
Fingido sou
E por isso maldito!
Traduzo em letras
Dores minhas
não minhas.
Mal ouso revelá-las...
Sofro,
Choro,
Grito,
Desespero...
Anseio extingüir-me
Mas a Morte é um falso amigo
E não está aqui quando dela preciso
(Mesmo que não precise...)
Ainda assim espero
(...)
bibs
Caminho do (no) mundo
*Sujeito a alterações^^
E por isso maldito!
Traduzo em letras
Dores minhas
não minhas.
Mal ouso revelá-las...
Sofro,
Choro,
Grito,
Desespero...
Anseio extingüir-me
Mas a Morte é um falso amigo
E não está aqui quando dela preciso
(Mesmo que não precise...)
Ainda assim espero
(...)
bibs
Caminho do (no) mundo
*Sujeito a alterações^^
Anjo caído
Morte!
Solução para os desvalidos
Suicídio!
Ilusão dos desgraçados
A morte me chama...
Próximo dela estou,mas...
Falta coragem!
Definho
Até que a própria Morte
Tenha pena de mim
E me leve.
Desvalido, desgraçado, sou!
Solitário na multidão
Voz vazia a clamar...( Por Quê!?)
Poeta maldito
Anjo caído, abandonado nesse mundo
Sozinho...
Não há nada, não há ninguém
Não há Salvação, ó alma doente!
Acostuma-te ao fracasso
Afunda-te na lama da tua Vida.
bibs
Caminho do(no) mundo
Solução para os desvalidos
Suicídio!
Ilusão dos desgraçados
A morte me chama...
Próximo dela estou,mas...
Falta coragem!
Definho
Até que a própria Morte
Tenha pena de mim
E me leve.
Desvalido, desgraçado, sou!
Solitário na multidão
Voz vazia a clamar...( Por Quê!?)
Poeta maldito
Anjo caído, abandonado nesse mundo
Sozinho...
Não há nada, não há ninguém
Não há Salvação, ó alma doente!
Acostuma-te ao fracasso
Afunda-te na lama da tua Vida.
bibs
Caminho do(no) mundo
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Não no mundo
Não sou!
Invisível espectro, vago pelo mundo...
Aqui estou!
Pronta para viver aquilo que não conheço...
O que quero?
Ninguém sabe...nem eu.
Talvez
O impossível seja bastante!
Procuro
Aquilo que não vejo;
Espero
Aquilo que quero ver;
Estou
Onde nunca estive;
Lembro
Algo que aida não vivi(?).
Assim escrevo!
Leio,
Tento,
Invento.
Torturas de uma alma atormentada,
Loucuras de um ser iconsciente!
bib's
Invisível espectro, vago pelo mundo...
Aqui estou!
Pronta para viver aquilo que não conheço...
O que quero?
Ninguém sabe...nem eu.
Talvez
O impossível seja bastante!
Procuro
Aquilo que não vejo;
Espero
Aquilo que quero ver;
Estou
Onde nunca estive;
Lembro
Algo que aida não vivi(?).
Assim escrevo!
Leio,
Tento,
Invento.
Torturas de uma alma atormentada,
Loucuras de um ser iconsciente!
bib's
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